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  • Verdadeiro significado de uma carta de despedida do trabalho

    Em 21/06/2010 Sr. Almeida Nenhum comentário

    Eis uma tradução que está circulando pela internet (não sei a fonte original) de uma carta de despedida do trabalho.

    Colegas,
    Escravos,

    Chegou a minha vez de me despedir de todos vocês. Os últimos anos foram magníficos no desenvolvimento da minha carreira, mas é hora de partir em busca de novos desafios profissionais.
    Estou caindo fora desta merda. Após anos de exploração sem sentido, baixo salário e horas-extras não remuneradas, finalmente consegui arrumar um emprego melhor que este (o que não quer dizer grande coisa).

    Gostaria de deixar meus agradecimentos a todas as pessoas que de alguma forma me ajudaram durante todos estes anos. Sei que posso acabar esquecendo alguém, mas algumas delas merecem uma saudação a parte:
    Abaixo segue a lista das pessoas que transformaram a minha vida num inferno durante todos estes anos. Existem muitos outros fdps, mas não consigo lembrar o nome de todos:

    1) Em especial fica um forte abraço para o Lima, meu chefe ao longo desta jornada, pelo aprendizado, dicas e também broncas;
    1) Filho da puta do Limiinha, maldito corno, jamais cumpriu sequer uma das promessas que me fez. Sempre de mau humor, consegue a todo o momento desmotivar a equipe com sua incompetência e métodos pré-históricos de trabalho.

    2) Para toda a equipe da Área de Pessoas, em especial para a Jucimara, pela simpatia, disposição em resolver meus problemas e também por ter me selecionado (hehe);
    2) A vaca do RH, pelo mau humor cotidiano e clara insatisfação em ajudar quem quer que seja.

    3) A toda equipe de TI, que prontamente solucionou inúmeros problemas em nosso sistema;
    3) Aos incompetentes da área de sistema, que demoram uma eternidade pra resolver qualquer problema em nossas máquinas, bloqueiam nossos acessos e ficamos dependentes da cara feia e má vontade.

    4) A equipe do nosso escritório Regional do Rio de Janeiro, pela ajuda com nossos eventos;
    4) Aos sanguessugas do escritório regional, incapazes de resolver qualquer problema por conta própria, fizeram eu perder inúmeros finais de semana para ajudar em situações que eles criaram.

    Fica aqui o meu grande abraço para todos vocês, pelas risadas, happy-hours, problemas resolvidos e desafios enfrentados. Tenho orgulho de ter feito parte desta família maravilhosa.
    Adeus para todos. Chega de fofoca, baixo nível, picuinha e palhaçada.

    Sei que conversaremos em breve.
    Nunca mais quero ver nenhum de vocês.

    Abraços!
    Vão todos tomar no cú!

  • Loira estagiária

    Em 09/12/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário

    loira

  • Macumba Online causa demissão

    Em 03/11/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário

    Alguém aqui lembra do link que postei uma vez, pra você fazer macumba sem sair de casa?

    Pois é… Acho que ele foi o responsável pela demissão da criatura abaixo:

    (Clique para ampliar)
    macumba-online

  • Manual para cagar no trabalho

    Em 21/10/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário

    Vontade de cagar. Quantas vezes passamos por essa situação incômoda bem no meio do expediente. A aplicação da lei de Murphy é mais precisa nessa circunstância do que em qualquer outra:

    “Quanto maior a distância entre seu cu e o vaso sanitário de sua casa, maior a probabilidade de evacuação espontânea”. (Mr. Murphy)

    No intuito de tornar esse momento prazeroso um pouco menos constrangedor, este manual contém procedimentos para uma defecação segura no seu ambiente de trabalho.

    Passo 1: O Horário
    Existem horários menos propensos para uma cagada em um banheiro público. Nas empresas esses horários são: de 08:00 às 09:00 (nessa hora as pessoas estão chegando no trabalho, portanto costumam dar uma passada no banheiro para urinar, ajeitar os cabelos etc.); de 11:30 às 14:00 (trata-se do horário de desjejum, quando as pessoas costuma dar uma urinada antes de ir almoçar e depois voltam para escovar os dentes); 17:00 às 18:00 (horário de saída: algumas pessoas escovam os dentes antes de ir embora, outras passam para dar uma mijadinha). Assim, escolha um horário entre esses para dar sua cagada, pois a probabilidade de o banheiro estar vazio é maior.

    Passo 2: O Migué
    Uma vez escolhido o horário é hora de dar o migué, ou seja, dar uma chegada no banheiro para verificar se tem alguém. Chegue como quem só vai dar uma olhada no espelho ou lavar as mãos. Caso tenha alguém no banheiro, realize um desses procedimento e dê meia volta. Caso a barra esteja limpa, é hora de analisar as condições higiênicas do recinto.

    Passo 3: As Condições
    É hora de ver se vai dar pra dar sua cagadinha sem pegar nenhuma bactéria letal. Comece a verificação pelas cabines da esquerda, uma vez que as pessoas tendem a usar as cabines localizadas à direita por instinto. Verifique se a lixeira está cheia; se estiver é um péssimo sinal, pois aquela cabine foi utilizada por outros cagões. Logo após, verifique se há papel suficiente para sua limpeza anal.

    Passo 4: Imunizando
    Quando estiver em uma cabine com lixeira vazia e com papel suficiente é hora de começar o procedimento de imunização. Corte o papel em tiras médias e vá cobrindo a tampa do vaso, de forma que não sobre nenhuma beirada que poderá entrar em contato com sua pele. Feito isso, pegue mais papel e jogue dentro da privada, afim de evitar a ação da água sobre o impacto do torpedo que está por vir, o que infectaria seu belo popô.

    Passo 5: Parindo a Criança
    Com a imunização completa, sente no vaso e concentre toda sua energia na cavidade anal, pois a cagada precisa ser rápida, antes que algum mané apareça no banheiro, te pegue cagando e espalhe pra todo mundo, resultando em um apelido de “cagão” por tuda sua estadia na organização. O ideal é que tudo saia em uma única rajada, para que sua permanência no troninho não passe de 1 minuto.

    Passo 6: A Retirada
    Após dar descarga e certificar que tudo foi por água abaixo (algumas vezes isso não acontece, mas fazer o que né?), é hora de deixar a cena do crime o mais rápido possível, sempre agindo com naturalidade. Mentalize a idéia de que você apenas mijou (isso ajuda a agir naturalmente). Lave as mãos e vá saindo. Se alguém aparecer, cumprimente com um breve aceno de cabeça e um sorriso de lado e, se possível, faça um comentário do tipo: “puta merda, nego destruiu esse banheiro”. Quando chegar em sua mesa faça comentários de mesmo teor com seus colegar mais próximos, pois eles certamente te viram sair e demorar um pouco e podem ir ao banheiro na sequência, o que levaria à uma suspeita sobre você.

    Considerações Finais:

    O ideal é educar seu intestino para que ele tenha um horário fixo diário para realizar a defecação. Em casos extraordinários recomenda-se a execução dos procedimentos acima descritos. Não segure bosta por muito tempo; você nunca sabe quando seu cu irá te trair

  • Shift

    Em 28/09/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário

    Mande o trabalho pro inferno nessa segunda-feira!

    Perca horas produtivas com mais um daqueles joguinhos em flash que são viciantes…

    Leia o restante do post »

  • Experiências de emprego…

    Em 18/09/2009 vonihering 1 comentário

    alf

    Mais um candidato ao Bolsa Família!!!

    Kibado do PDO

  • E assim um estagiário é demitido

    Em 03/09/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário

    001_esttribuna

  • Dá série: Textos que valem a pena ser lidos

    Em 10/07/2009 Elzo Santos Nenhum comentário

    Muito bom texto que recebi por email algum tempo atrás. Vale a pena conferir.

    Confissões de uma mulher de 30 e… que acabou de ser transferida de cidade no emprego:

    Amiga,

    Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro.

    Terminei hoje de arrumar… as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

    # Segunda-Feira
    Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã
    vou a um mercado comprar alguma coisa.

    # Terça-Feira
    Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.

    # Quarta-Feira
    Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta.

    # Quinta-Feira
    O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: “U-hum”… Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse:
    “U-hum”. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: “U-hum”. Então ele perguntou se eu só sabia falar “U-hum” e eu respondi: “Ã-hã”. Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida!Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem… ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

    # Sexta-Feira
    Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava! (nossa! você não
    imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).

    No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: “Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!” Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro.

    O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha. Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: “Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora, porque ele está estragado!”.

    Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando, e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou: “Pô, dona Maria! Esse pastel tá bichado!” Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada.

    Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois
    assim a viagem terminaria mais rápido. Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu.

    Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso…) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada. Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?

    Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto.

    Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido.

    Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.

    As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: “Meus olhos também estão ardendo…” E juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente.

    Pensei: “Ah, é, FDP? Então acabou a respiração cachorrinho…”

    Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: “Mulher! Pára de se cagar!”.

    Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.

    Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.

  • As etapas de um funcionário

    Em 19/06/2009 Sr. Almeida 1 comentário

    Recém Contratado
    att00041
    Escuta Stevie Wonder
    (É o primeiro dia de trabalho e tudo é maravilhoso…)

    Depois de 3 meses…

    att00041
    Escuta música HOUSE
    (Está tão empenhado no trabalho que não sabe se está chegando ou indo embora)

    Depois de 6 meses…
    att00041
    Escuta Heavy Metal
    (O seu dia de trabalho inicia às 08:00 e acaba às 20:00)

    Depois de 9 meses…

    att00041
    Escuta Hip Hop
    (Engordou por culpa do stress e sofre de mobilidade)

    Depois de 1 ano…
    att00041
    Escuta GANGSTA RAP
    (Tem dor de cabeça, se esqueceu o significado de ‘bom dia’, se sente como se tivesse acabado de cair da cama e vive somente de cafeína!!)

    Depois do Segundo ano …
    att00041
    Escuta Techno e está se tornando completamente maluco!

  • Tente cercar o gato

    Em 16/06/2009 Lord 8 comentários

    Mais um para a série: joguinhos viciantes.

    Coisinha simples, basta clicar nas bolinhas para ativá-las. O objetivo é cercar o gato com essas bolinhas ativas. Joguinho tosco, mas bem legalzinho. Ótimo para acabar com sua produtividade.

    É claro que você deverá ser mais esperto que o gato se quiser ganhar. Já ganhei meu dia, pois descobri que sou mais esperto que um gato.

    Clique no link abaixo da imagem para jogar. (Estou com problemas para postar o link na imagem)

    cat

    http://www.gamedesign.jp/flash/chatnoir/chatnoir.swf