MAR
17

Fatos sobre o cocô

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Autor: Sr. Almeida
Arquivado em: Bizarrices
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OUT
21

Manual para cagar no trabalho

Vontade de cagar. Quantas vezes passamos por essa situação incômoda bem no meio do expediente. A aplicação da lei de Murphy é mais precisa nessa circunstância do que em qualquer outra:

“Quanto maior a distância entre seu cu e o vaso sanitário de sua casa, maior a probabilidade de evacuação espontânea”. (Mr. Murphy)

No intuito de tornar esse momento prazeroso um pouco menos constrangedor, este manual contém procedimentos para uma defecação segura no seu ambiente de trabalho.

Passo 1: O Horário
Existem horários menos propensos para uma cagada em um banheiro público. Nas empresas esses horários são: de 08:00 às 09:00 (nessa hora as pessoas estão chegando no trabalho, portanto costumam dar uma passada no banheiro para urinar, ajeitar os cabelos etc.); de 11:30 às 14:00 (trata-se do horário de desjejum, quando as pessoas costuma dar uma urinada antes de ir almoçar e depois voltam para escovar os dentes); 17:00 às 18:00 (horário de saída: algumas pessoas escovam os dentes antes de ir embora, outras passam para dar uma mijadinha). Assim, escolha um horário entre esses para dar sua cagada, pois a probabilidade de o banheiro estar vazio é maior.

Passo 2: O Migué
Uma vez escolhido o horário é hora de dar o migué, ou seja, dar uma chegada no banheiro para verificar se tem alguém. Chegue como quem só vai dar uma olhada no espelho ou lavar as mãos. Caso tenha alguém no banheiro, realize um desses procedimento e dê meia volta. Caso a barra esteja limpa, é hora de analisar as condições higiênicas do recinto.

Passo 3: As Condições
É hora de ver se vai dar pra dar sua cagadinha sem pegar nenhuma bactéria letal. Comece a verificação pelas cabines da esquerda, uma vez que as pessoas tendem a usar as cabines localizadas à direita por instinto. Verifique se a lixeira está cheia; se estiver é um péssimo sinal, pois aquela cabine foi utilizada por outros cagões. Logo após, verifique se há papel suficiente para sua limpeza anal.

Passo 4: Imunizando
Quando estiver em uma cabine com lixeira vazia e com papel suficiente é hora de começar o procedimento de imunização. Corte o papel em tiras médias e vá cobrindo a tampa do vaso, de forma que não sobre nenhuma beirada que poderá entrar em contato com sua pele. Feito isso, pegue mais papel e jogue dentro da privada, afim de evitar a ação da água sobre o impacto do torpedo que está por vir, o que infectaria seu belo popô.

Passo 5: Parindo a Criança
Com a imunização completa, sente no vaso e concentre toda sua energia na cavidade anal, pois a cagada precisa ser rápida, antes que algum mané apareça no banheiro, te pegue cagando e espalhe pra todo mundo, resultando em um apelido de “cagão” por tuda sua estadia na organização. O ideal é que tudo saia em uma única rajada, para que sua permanência no troninho não passe de 1 minuto.

Passo 6: A Retirada
Após dar descarga e certificar que tudo foi por água abaixo (algumas vezes isso não acontece, mas fazer o que né?), é hora de deixar a cena do crime o mais rápido possível, sempre agindo com naturalidade. Mentalize a idéia de que você apenas mijou (isso ajuda a agir naturalmente). Lave as mãos e vá saindo. Se alguém aparecer, cumprimente com um breve aceno de cabeça e um sorriso de lado e, se possível, faça um comentário do tipo: “puta merda, nego destruiu esse banheiro”. Quando chegar em sua mesa faça comentários de mesmo teor com seus colegar mais próximos, pois eles certamente te viram sair e demorar um pouco e podem ir ao banheiro na sequência, o que levaria à uma suspeita sobre você.

Considerações Finais:

O ideal é educar seu intestino para que ele tenha um horário fixo diário para realizar a defecação. Em casos extraordinários recomenda-se a execução dos procedimentos acima descritos. Não segure bosta por muito tempo; você nunca sabe quando seu cu irá te trair

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Autor: Sr. Almeida
Arquivado em: Cotidiano
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JUN
04

Esses orientais…

Caramba! Já não basta os caras comerem peixe crú e tudo quanto é tipo de coisa estranha… Eles ainda fazerm questão de algo mais esquisito!

Se você quiser fazer um lanche ou tomar um sorvete num local onde você se sente como num banheiro ( ! ! ! ) esse restaurante é a solução:

Na boa! Será que tem muita gente que paga pra fingir que está comendo um delicioso cocô? Ou pra ter sua comida servida num luxuoso vaso sanitário?

Que mundo doente . . .

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MAR
12

Personalidades do cocô

Veja abaixo qual o seu tipo mais comum de cocô:

ImagemCocô amoroso

Apegado, não quer sair de perto, mesmo após várias descargas.

ImagemCocô AVC

Aquele que requer tanta força para sair, que você quase tem um derrame.

ImagemCocô bomba

Carga explosiva que cobre todo o vaso, com uma camada extra de respingos.

ImagemCocô cadáver

Aquele que você encontra no vaso, no dia seguinte, em decomposição.

ImagemCocô torpedo

Tão grande e avassalador que faz estrago na sua saída e congestiona o vaso.

ImagemCocô carnaval

Só sai em blocos

ImagemCocô super

Aparece prontamente, antes mesmo de você chamar ou poder segurar…

ImagemCocô falso

Você tem certeza que é, porém ele te engana com um ‘pum’.

ImagemCocô fantasma

Você sente sair. Ele deixa sua marca no papel higiênico, mas nenhum vestígio no vaso.

ImagemCocô tarzan

Sai e fica pendurado balançando.

ImagemCocô filho

Tão vistoso, perfeito, saudável, que dá pena mandar embora.

ImagemCocô teimoso

Recusa a não sair, por mais que você se esforce.

ImagemCocô lixo

Odor fatal que destrói e interdita os banheiros.

ImagemCocô parto

Demora horas e necessita uma força enorme para sair.

ImagemCocô quero-mais

Depois de finalizado o processo, nota-se que algum ficou para trás.

ImagemCocô Fettucini

Só sai em tiras.

ImagemCocô ioiô

É o que após grande  esforço, vai sair. Você relaxa e ele volta.

ImagemCocô espiga

Sai raspando e rasgando tudo, tirando lágrimas e sangue.

ImagemCocô chiclé

Presente, resistente e persistente a diferentes tipos de limpeza.

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