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  • Não basta ter um bom advogado

    Em 27/11/2009 Elzo Santos Nenhum comentário

    Um réu estava sendo julgado por assassinato na Inglaterra.

    Havia fortes evidências sobre a sua culpa, mas o cadáver não aparecera. Quase no final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:

    ‘Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para todos vocês’, disse o advogado, olhando para o seu relógio. ‘Dentro de um minuto, a pessoa presumivelmente assassinada, neste caso, vai entrar neste Tribunal.’ E olhou para a porta.

    Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram olhando para a porta. Um minuto passou. Nada aconteceu. O advogado, então, completou:

    ‘Realmente, eu falei e todos vocês olharam com expectativa. Portanto, ficou claro que vocês têm dúvida neste caso se alguém realmente foi morto; por isso insisto para que os senhores considerem o meu cliente inocente.

    Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final.

    Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:

    - ‘Culpado!’ ‘Mas como ?’ perguntou o advogado.

    ‘Os senhores estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!’

    E o Juiz esclareceu:

    ‘Sim, todos nós olhamos para a porta, mas o seu cliente não.’

    MORAL DA HISTÓRIA:

    ‘Não basta ter um bom advogado, o cliente tem de colaborar’ .

    enviada pelo Rodrigo Siqueira. ;D

  • Uma assessoria divina

    Em 01/07/2009 vonihering Nenhum comentário

    Essa é para os advogados, estagiários, estudantes de direito, futuros estudantes de direito que acessam o site.

    Durante sessão da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, no ano passado, o ministro Herman Benjamin pediu ao desembargador convocado Carlos Mathias, já aposentado, que explicasse a base de sua decisão. Para Benjamin, o fundamento não estava claro.

    Católico praticante, Carlos Mathias justificou — O fundamento da minha decisão é bíblico.

    Herman Benjamin: Como ministro? Eu não estou entendendo! Seu fundamento é bíblico?

    Carlos Mathias: Isso mesmo. Indeferi o recurso com base na Bíblia.

    Benjamin: E o quê ela diz a respeito de indeferimento em sede preliminar de uma petição?

    Mathias: A Epístola de Tiago nos ensina que muitas vezes pedimos e não recebemos porque pedimos mal. Basta ler o capítulo 4, versículo 3, que consta: “Pedis e não recebeis porque pedis mal, para o gastardes em vossos prazeres”. Foi com base nisso que decidi. Vossa Excelência discorda?

    Benjamin: Eu pensei que o voto tivesse sido exclusivamente seu, mas levando em consideração que foi São Tiago que lhe assessorou, não tenho condições de contrariá-lo. Retiro o destaque e voto com o relator.

    Fonte: Conjur

  • A arte de advogar

    Em 17/03/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário

    Um advogado andava em alta velocidade pela cidade com seu BMW, quando foi parado pelo guarda de trânsito.

    O Guarda:  – O senhor estava além da velocidade permitida, por favor a sua habilitação.

    Advogado:  – Está vencida.

    Guarda:  – O documento do carro.

    Advogado:  – O carro não é meu.

    Guarda:  – O senhor, por favor, abra o porta-luvas.

    Advogado:  – Não posso, tem um revólver aí que usei para roubar este carro.

    Guarda (já bastante preocupado):  – Abra o porta-malas!

    Advogado:  – Nem pensar! na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.

    O guarda , vendo-se diante das circunstâncias , resolve chamar o Sargento. Chegando ao local o Sargento dirige-se ao advogado:

    Sargento:  – Habilitação e documento do carro por favor!

    Advogado:  – Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a habilitação está regular.

    Sargento:  – Abra o porta-luvas!

    Advogado (tranqüilamente…) :  – Como vê só tem alguns papéis.

    Sargento:  – Abra o porta-malas!

    Advogado:  – Certo, aqui está… como vê, está vazio.

    Sargento (constrangido):  – Deve estar acontecendo algum equívoco, o meu subordinado me disse que o senhor não tinha habilitação, que não era o dono do carro pois o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, de uma mulher cujo corpo estava no porta malas.

    Advogado:  – Só falta agora esse sacana dizer que eu estava em alta velocidade!

  • Pérolas de Tribunais

    Em 27/01/2009 Sr. Almeida 4 comentários

    Advogado : Qual é a data do seu aniversário?
    Testemunha: 15 de julho.
    Advogado : Que ano?
    Testemunha: Todo ano.

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    Advogado : Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
    Testemunha: Sim.
    Advogado : E de que modo ela afeta sua memória?
    Testemunha: Eu esqueço das coisas.
    Advogado : Você esquece… Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
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    Advogado : Que idade tem seu filho?
    Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
    Advogado : Há quanto tempo ele mora com você?
    Testemunha: Há 45 anos.
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    Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?
    Testemunha: Ele disse, ‘Onde estou, Bete?’
    Advogado : E por que você se aborreceu?
    Testemunha: Meu nome é Célia.
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    Advogado : Seu filho mais novo, o de 20 anos….
    Testemunha: Sim.
    Advogado : Que idade ele tem?
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    Advogado : Sobre esta foto sua… o senhor estava presente quando ela foi tirada?
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    Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
    Testemunha: Sim, foi.
    Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?
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    Advogado : Ela tinha 3 filhos, certo?
    Testemunha: Certo.
    Advogado : Quantos meninos?
    Testemunha: Nenhum
    Advogado : E quantas eram meninas?
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    Advogado : Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
    Testemunha: Por morte do cônjuge.
    Advogado : E por morte de que cônjuge ele acabou?
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    Advogado : Poderia descrever o suspeito?
    Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
    Advogado : E era um homem ou uma mulher?
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    Advogado : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
    Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas…
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    Advogado : Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?
    Testemunha: Oral..
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    Advogado : Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?
    Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
    Advogado : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
    Testemunha: Não… Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.
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    Advogado : O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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    Essa é a melhor

    Advogado : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
    Testemunha: Não.
    Advogado : O senhor checou a pressão arterial?
    Testemunha: Não.
    Advogado : O senhor checou a respiração?
    Testemunha: Não.
    Advogado : Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a
    autópsia começou?
    Testemunha: Não.
    Advogado : Como o senhor pode ter essa certeza?
    Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
    Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
    Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar !!!