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  • Frase do dia

    Em 05/08/2009 vonihering Nenhum comentário

    2 mil casos de gripe suína e todo mundo quer usar máscara. 25 milhões de casos de Aids e ninguém quer usar camisinha!!!

  • 5 dicas para salvar o Cocadaboa

    Em 04/08/2009 Sr. Almeida 1 comentário

    Quem acompanha a blogosfera, obviamente deve conhecer o Cocadaboa – que com o passar do tempo está ficando igual ao Elvis Presley: muitos sabem que ele já morreu, mas ainda tem alguns fãs que acreditam que ele está vivo.

    Então, inspirado por um comentário no último post do Cocadaboa, publico aqui uma lista com 5 dicas para o Mr. Manson salvar o Cocadaboa:

    1. Colocar o domínio cocadaboa.com redirecionando direto para kibeloco.com.br
    2. Contratar um estagiário da Globo.com para postar.
    3. Reinaugurar o Bolão Pé na Cova com uma polêmica postagem negando os pontos da morte de Michael Jackson e publicar uma matéria verídica provando que o cantor não morreu.
    4. Vender o site no Leilões Bizarros.com
    5. Publicar as besteiras que, pseudo-blogueiros querendo aparecer, enviam para o site como sendo “Autores convidados”
  • Trotes no atendimento Speedy

    Em 31/07/2009 Sr. Almeida 1 comentário

    Não sei se os print’s são montagens ou reais…

    Mas o que importa é que são muito engraçados.

    Não faço idéia de quem seja o autor, pois recebi por e-mail sem nenhum crédito.

  • A lógica masculina

    Em 22/07/2009 Sr. Almeida 1 comentário

    Em um julgamento de divórcio, o casal briga pela guarda do único filho.

    A mãe, muito emocionada, tenta se defender:

    _ Juiz… Esta criança foi gerada dentro de mim… Ela saiu do meu ventre, portanto eu mereço ficar com ela!

    O juiz, emocionado e quase convencido, passa a palavra para o marido, que resolve usar o seu lado lógico masculino:

    _ Senhor Juiz, tenho apenas uma pergunta: Quando eu coloco uma moeda em uma máquina de refrigerantes, a latinha que sai é minha ou da máquina?

  • Diário dela e diário dele

    Em 21/07/2009 Sr. Almeida 2 comentários

    DIÁRIO DELA:

    No domingo à noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar um drink.

    A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo.
    Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho.

    Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu. Mas não fiquei muito convencida. No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância. Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros.

    Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar! Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós.

    Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar. Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, e fizemos amor. Mas depois ele ainda parecia muito distraído e adormeceu.

    Comecei a chorar, chorei até adormecer. Já não sei o que fazer…
    Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.

    DIÁRIO DELE:

    O meu time perdeu. Fiquei chateado a noite toda. Pelo menos dei umazinha. Mas ainda tô chateado… time de bosta!

  • Piadinha ruim

    Em 16/07/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário

    Piada que eu ouvi essa noite, durante uma festa, enquanto esperava o cara da barraquinha de bebidas encher nossos copos de tequila:

    - Sabe por quê o Super Mário foi ao analista?
    - Porque ele estava numa fase difícil…

  • Momento MasterCard

    Em 14/07/2009 Sr. Almeida Nenhum comentário
  • Dá série: Textos que valem a pena ser lidos

    Em 10/07/2009 Elzo Santos Nenhum comentário

    Muito bom texto que recebi por email algum tempo atrás. Vale a pena conferir.

    Confissões de uma mulher de 30 e… que acabou de ser transferida de cidade no emprego:

    Amiga,

    Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro.

    Terminei hoje de arrumar… as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

    # Segunda-Feira
    Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã
    vou a um mercado comprar alguma coisa.

    # Terça-Feira
    Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.

    # Quarta-Feira
    Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha meta.

    # Quinta-Feira
    O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: “U-hum”… Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse:
    “U-hum”. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: “U-hum”. Então ele perguntou se eu só sabia falar “U-hum” e eu respondi: “Ã-hã”. Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida!Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem… ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

    # Sexta-Feira
    Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava! (nossa! você não
    imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).

    No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: “Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!” Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro.

    O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha. Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: “Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora, porque ele está estragado!”.

    Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando, e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou: “Pô, dona Maria! Esse pastel tá bichado!” Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada.

    Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois
    assim a viagem terminaria mais rápido. Pensei rápido demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu.

    Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso…) e disse que era a bruxa da sexta-feira. Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada. Amiga, juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar. Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?

    Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada. Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto.

    Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido.

    Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.

    As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: “Meus olhos também estão ardendo…” E juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me magoou profundamente.

    Pensei: “Ah, é, FDP? Então acabou a respiração cachorrinho…”

    Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: “Mulher! Pára de se cagar!”.

    Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.

    Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.

  • Beba moderadamente…

    Em 10/07/2009 vonihering Nenhum comentário

    Você pode acabar como o tiozinho da foto…

    jrti

  • Propagandas que não iremos ver

    Em 07/07/2009 Sr. Almeida 3 comentários

    Algumas são fraquinhas… Mas algumas são bem engraçadas…

    Clique nas miniaturas pra ampliar.