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Confira as capas de discos mais infelizes da história
Em 22/06/2009 Nenhum comentário
Esta dupla, formada pelos irmãos Charlie e Ira Louvin, do Alabama, é uma das pioneiras do country americano. Eles começaram cantando músicas gospel nos anos 1940. Essa capa foi um insight de Ira em 1959. Ele morreu em um acidente seis anos depois. Charlie continua vivo. 
Essa “obra-prima” de 1989 já é um clássico. Até o jornal britânico The Guardian a considerou uma das piores capas de todos os tempos. 
Esses vikings faziam parte de uma banda sueca dos anos 60. Mas, ao contrário dos sanguinários piratas escandinavos, estes eram tão bonzinhos que chegaram a gravar uma canção dos doces irmãos Carpenters. 
O catalão Tino mostrava sua sensualidade aos 16 anos, em 1983. 
O maestro Ray Conniff especializou-se em fazer arranjos pavorosos para clássicos da música internacional, incluindo Aquarela do Brasil. O “talento” desconhecido era este: o de também embalar seus discos em capas lamentáveis. 
Apesar da cara de enfezado, em 1978 Jim Post amava a vida. E o bigode. 
Socorro. Outro bando de pelados. Mas aqui (estamos em 1976) não rola heavy metal.É pop bem fraquinho, como os rapazes da banda. Eles emplacaram um hit no Brasil, chamado “Love Takes Time”. 
O surrealismo em sua expressão máxima. Richard Sanfield era mesmo um ventríloquo conhecido nos Estados Unidos, e fez apresentações ao lado de feras da música como Roberta Flack. Não se sabe por que ele apelou desta forma, em 1975. Os bonecos se aposentaram em 1992. 
Apesar da tosqueira do visual (este é de 1980), os irmãos Johnson faziam algumas ótimas músicas misturando funk e disco. 
Este sim deveria ser o album-símbolo do nu metal. A banda nasceu em 1980, em Nova York, e em 1984 entrou para o Guinness, o Livro dos Recordes, com “a performance mais barulhenta do mundo”. 
Em 1975, Barry Louis Polisar ameaçava comer criancinhas rebeldes. 
Pelo visual da “mama”, a família McKeithen é ancestral de Amy Winehouse. Pelo aspecto geral, são parentes da Família Adams. Começaram a gravar em 1976, quando, aliás, o penteado da senhora McKeithen já estava totalmente fora de moda. 
Quem assistiu ao filme Tootsie há de se lembrar de Dustin Hoffman travestido. 
Quer dizer que em 1966 os cachorros já estavam saindo do armário? -
Risco de ‘derramamento de peitos’ aumentaria com peças íntimas ruins.
Em 19/06/2009 Nenhum comentário
Eis um bom motivo para perder o medo de montanhas-russas. Uma fabricante britânica de lingeries levou um grupo de 12 modelos a um parque de diversões para testarem sutiãs em uma situação de extremo risco – ao menos para as peças íntimas, é verdade.
“Várias mulheres reclamam que, em algumas situações, o peito acaba ‘escapando’ de dentro do sutiã. Isso acontece quando a peça é de má qualidade, ou de um tamanho impróprio para a pessoa”, comenta a designer Michelle Mone.
O teste foi gravado pelo The Sun. As imagens, com valor científico perto de zero, serve mais para mostrar o balanço dos seios das modelos provocado pelas acelerações e paradas bruscas do parque de diversões.
Comentário Kibando: Esperto foi o cara do marketing que exigiu que elas usassem calcinha pra combinar com o sutiã! Verdade seja dita, as fotos não ficariam tão boas. Como se alguém fosse notar!





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