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  • Eleitor revoltado

    Em 19/03/2009 Sr. Almeida 2 comentários

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    2 comentários para “Eleitor revoltado” RSS icon

    • O Espúrio Formato do Socialismo Divino Se Mostrou.
      Vão Matar Nossa Civilização.
      Episódio Estapafúrdio no Rio de Janeiro:
      SuperVia jogou a pemba toda em cima dos “seguranças”. Pra o povo aprender a não se dependurar no saco imundo da Teo-Pulhítica que tá aí. Massacram a Educação enfiando “religião” nas escolas (ao invés de PAGAR os professores), FLAGELAM até nossa língua (no esquema insano de submissão civil); aí jogam gente e mais gente despreparada em tudo a sair desesperada na correria do viver; e muitos e muitos vão certinho cair na mão dos “mandantes”. Uma vez DO LADO OPRESSOR fica tudo “marrento” (ufanados em grupelhos e bandos covardes). A SuperVia tirou a cara e ainda sobrou pros “escravos” espancadores e os surrados.
      Cenas do horrível:
      Passivos como babás de cachorros, e empurrando os dias em feiúras e violências, os enganados se tornam escravos, olhando como bois a ilusão lá do “céu” impregnada em suas cabeças pelos “espertos” vigaristas. Morrem filhos, matam amigos, estoporam infantes, e tudo vai correndo diretinho pros covis dos canalhas (chafurdados na vagabundice), os usurpadores do que produzimos. Vamos, vamos adorar como séquitos desgraçados os símbolos do Terror. Séculos e quase ninguém lava a cara pra ver.
      Excremento Teo-Pulhítico:
      Agora, meus caros, se alguém ainda tem alguma VERGONHA na cara é só ver que o cúmulo do absurdo insuportável: FORMATARAM o Socialismo Divino. Vestiram o Karl Marx de “jeusuis-deuso”, meteram uma cor vermelha pra miragem abobada da fantochada alienada. Vimos estupefactos nosso dinheiro todo ser levado pros banqueiros pra assegurar esse delírio de poder. E a farra do poder espúrio ser combinada à vista de todos sob risinhos e forte mídia manipuladora. Nos manietaram em senzalas “abençoadas”, “sacralizadas”, “na paz” (aumentada pelos hipócritas acoitados pela violência). E os Feitores cepam no nosso lombo, os chicotes disciplinadores da cruzada da violência aterradora.
      Pasmem. Enquanto já devíamos ter terminado o cancro medonho no Brasil com seus palácios apavoradores lotados de pederastas parasitas e vigaristas, a Europa dormente não vê o cêrco da violência civil se formatando: A Espanha num inominável retrocesso cede espaço para um tumor ser fincado no seu solo. Estamos diante dum indescritível processo: Os parasitas teo-pulhíticos vão exterminar mais uma vez a nossa Civilização. Eles “marcam” em cada localidade os que se insinuam como “descontentes” e não feitos para “crer” no regime que impõem, e então assassinam covarde e violentamente; mas têm preferência por infantes, pois querem aniquilar e submeter os que sobrarem e os que estão em redor se avisarem de que DEVEM ser dóceis ao formato de escravos.
      Garotos e garotas! Vocês têem noção de quantos foram prejudicados para que vocês estivessem feitos estúpidos entoando cantorias numa euforia insana e num amansamento psicológico covarde? Toda a riqueza que produzimos nunca atende quantos precisam; o escroque comportamento escravizador dos “espertos” investe deslavadamente na ludibriação, no engano emocional e psicológico de todos nós, e fazem isso sem trégua.
      A coisa ta tão nociva que agora o adolescente que tentar escapar do formato da senzala do socialismo divino vai ser selado como “rebelde”, e se insistir vai ser entregue pela própria família tutelada como “perturbado’. E já se armou o circo para as universidades serem vigiadas por capangas com crachás de segurança. É o descambo absoluto.
      Espécie Humana! Nosso brio civil não pode se acovardar e se enganar mais uma vez. A História já foi contada várias e várias vezes: Não podemos ser exterminados como os outros povos como os Maias, etc, etc … precisamos ver. Precisamos Ver! Não dêem mãos, nem suas consciências, aos Canalhas usurpadores de tudo que produzimos.

    • Toque de Recolher. A Prisão Civil de Adolescentes. O “Reino” do “Socialismo do Céu”. O Último Estrago de Submissão do Embuste Teo-Pulhítico. O Mundo nas Mãos Divinas de Uma Máfia de Canalhas.

      “E eu que tinha apenas 17 anos baixava minha cabeça pra tudo, … , era assim que eu via as coisas acontecer” (Nenhum de Nós) … Anos 80 … dias pré-Democracia.

      1958 … Com um barulho intenso de uma tempestade, um infante nasce sentindo o frêmito de um momento gigantesco de uma Nação.
      Alguém dissera uma vez acerca do ser humano: “Note o homem, ele é uma ‘antena’ sensibilíssima”.

      Um gurizin não tem nem oito anos de idade e aguça atenção sobre notícias de jornais; ele sente as freqüências confusas, e uma penumbra esquisita tomar o fulgor das cores de sua Pátria.
      De pé, na chuva, um homem observava um portento erigido com orgulho, esforço, e um peito destemido, mas amargava um misto de pavor e desgosto indescritível; ao invés de estar contente com seus feitos em prol da nação, sentia o gosto da infâmia, da ingratidão, da perseguição, por melhorar a sociedade civil em que prestava serviço; o maior estadista brasileiro de todos os tempos: Juscelino Kubistchek; chorava ao ver Brasília. O coração estraçalhado do gosto do exílio (porque serviu bem ao seu País) notou o tentáculo do terror pederasta que destruiu Roma, Grécia,…, e viu-o ali fincado com as garras enterradas na Cidade que orgulhara o Brasil entre as capitais do mundo.

      O Brasil não podia erguer-se daquela maneira, desafiando a submissão dos aterrorizadores das nações, sem o tutelamento dos manipuladores de cabeças, dos usurpadores de riquezas, sem o crachá e as marcas dos parasitas em cada tantinho da vida do brasileiro. O Exército tomou a frente antes que o Brasil virasse cópia da Índia e esterco ressequido na mão de cercadores divinos de gente.

      Levanta-se Sarney com o fardo de uma tarefa imensa. Pego de surpresa, mas com tutano e escrúpulo civil, abre a Lei Rouanet, livra o País de censura, equipara o dinheiro nacional ao dólar; fala sem sofismas, sem mentira, o que era “rentabilidade”, instrui o povo, prepara o País para um futuro promissor.
      Mas de novo a penumbra espreita a vivacidade dos Anos 80.

      No afã de criatividade e ousadia e vigor democrático do mundo, parando tanques, quebrando muralhas, espocando luzes e músicas, os cidadãos sentem o brilho da sapiência humana e vislumbram o despontar de uma civilidade inebriante. Mas o espesso e negro resto dos tuteladores da liberdade civil se amancomuna em um conluio medonho, nocivo, temulento, e dissemina o vírus da discórdia, disfarçado de “paz”, “caridade”, “segurança”, e, “família”.
      O esgôto da dissimulação infiltra-se na Política, e paulatinamente transforma a autonomia representativa da Nação em dependurados cargos de capachos sacralizados, e prepara fantoches depredadores, forjados como plágios dos autênticos construtores da soberania civil do povo brasileiro. A violência irrompe desenfreada. Homens de valor caem, um por um, outros contêm suas vozes, ante à manipulação insana da turba de anencéfalos armados de divinos e encarnados intuitos. Uma gente “do bem” com cacoetes e torcimentos de bocas encosta na Educação, contaminando aceleradamente os Conceitos, cerceando os frutos dos Sociólogos, usurpando a Psicologia, comendo a Economia; cresce como um tumor encostando no lóbulo réptil das cabeças das pessoas, deformando a sonância e o esmêro da identidade da expressão brasileira num esquisito formato dependurador de vantagens com o endosso nojento de uma língua peguenta e o esgoto do curral divino.

      Superior Tribunal Federal: passado à prova por incessante processo de injuriação e descrédito público dá a todos os brasileiros a oportunidade de ver o espúrio modo dos “cotistas” da teo-pulhítica manchar o trabalho da Justiça no País. O lado negro da covardia, no molde repetido de como se cercava os escravos com a própria raça, provoca o achincalhe estapafúrdio da alta magistratura do País ante a face lívida da Nação. A Justiça tem seu dia de repúdio próprio por ter sido condescendente com o símbolo do Terror postado atrás das cadeiras dos Tribunais; e não ter ajudado as Forças Armadas a não se adularem com os astutos e “capacitados” mercadores e seguidores da astúcia divina.

      A Sociedade pena sob imensa e covarde submissão. A mentira deslavada tornou-se praxe, tornou-se “regulamento” do “se dar bem”. Quer andar na rua sem ser molestado? Pague. Quer telefonar pra alguém em confidente declaração? Esqueça. Quer correr livre nos gramados? Ele foi remanejado pros saltitos “bonitinhos” dos cachorros (Temos que estar distraídos a todo custo). A corrupção teocrática enriquece soberbamente os canalhas mais “capacitados” pela falta de qualquer escrúpulo. De esmolas obrigatórias à roubo descarado de propriedades, e dinheiro civil dado à força pra insufladores de guerras e terrorismos, os nababos drenam sem pena a riqueza dos que produzem; é o parasitismo teo-pulhítico que dizimou sem dó até a última umidez do osso os povos antes de nós.

      Somos jovens, somos adultos, somos seres humanos para ver. Temos, por Natureza, a História para ver, e a consciência para refletir, e o brio civil para resistir.

      “Pra quê estudar? Não é isso que me faz prosperar”. É isso que se ensina como lição nacional. “Pra quê crasear a forma léxica? Isso não faz bem à minha preguiça psicológica; não tô nem aí pra performance inigualável de nossa Língua!”. Aquela marca usurpadora da bandeira e dos símbolos da pátria brasileira borrada nos documentos da União Federativa do Brasil e no casco daquele navio dará tudo que a desonestidade conseguir vender à quem for “esperto”.

      “Eu tô bem; ‘na paz’; meu filho tem a polícia, o (de)governo, e as igrejas, pra educá-lo; às 10:30h ele estará aqui bonitinho na barra de minha paternidade tutelada. Ora bolas! Desde Ur, na Antiguidade, já devíamos ter metido uma corda no pescoço dessa garotada rebelde; com tanto clube divino por aí, o que eles mais querem? As músicas já decoramos com a ‘essência celestial’; já redublamos as séries de TV; já montamos a ‘vitrine da fofoca’; já açulamos o interesse vulgar com nossa mídia obsessiva”; o que mais esses desalmados querem? Que liberdade que nada, isso é coisa que dá e passa”.

      1ª. Declaração do Desenlace.
      Haddammann Veron Sinn-Klyss
      segunda-feira, 27 de abril de 2009


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